Minha iniciação
Sou filho único, nascido e criado num bairro de classe média. Meu pai Juiz de Direito e professor universitário e minha mãe secretária da presidência de uma multinacional, sempre trabalharam muito e pouco tempo tinham de ficar comigo. Por isso, desde que nasci quem me criou foi Dona Izaura, uma senhorinha que tomou conta da minha mãe quando pequena. Como já estava bem cansada, a senhorinha, se aposentou e mandou para seu lugar sua filha Luciana.
Eu sei que conhecia Luciana, mas já não me lembrava dela.Certo dia ao chegar em casa me deparei em casa com uma mulata, cabelos compridos, corpo de mulherão. Bundão, pernão, seios médios. Fiquei sem palavras. Para quem estava acostumado a ver a velhinha da dona Izaura eu casa, se deparar com aquele mulatão, tipo de escola de samba, ainda por cima, vestida com um shortinho, blusinha de barriga de fora e um tamanquinho alto. Literalmente fiquei sem palavras, melhor, fiquei mudo.
Luciana, veio em minha direção, me abraçou, me beijou no rosto e disse;
Leo, você está um homem. Eu me lembrava de você apenas pequeno.
é. eu também não lembrava de você. Respondi totalmente sem graça.
Tomei meu banho, Luciana colocou meu almoço e eu não conseguia parar de olhar para aquela bunda enorme. Não tinha como disfarçar. Depois do almoço fui para o meu quarto, tranquei a porta de toquei a primeira punheta para aquela mulher. Fiquei no quarto até a hora de Luciana ir embora, antes da hora do meus pais chegarem. Ela bateu na porta e eu ao abrir, me deparei com uma deusa mulata, num vestido amarelo colado ao corpo e se equilibrando numa sandália de salto muito alto. A mulher estava enorme, mais alta que eu, e olha que desde cedo já era bem alto. Me deu dois beijinhos no rosto e disse:
para de tocar punheta heim menino. E saiu sorrindo.
Não sabia onde colocar minha cara. Será que ela me espionou pelo buraco da fechadura? Me questionava. Mas de qualquer forma, a noite, antes de dormir, Luciana povoou mais uma vez meus sonhos eróticos e toquei mais uma punheta pensando nela.
No dia seguinte, mais uma surpresa, Luciana estava na cozinha, somente de toalha enrolada no corpo:
ai Leo, me desculpe. Perdi a hora. Acabei de tomar banho.
Porra ela só podia estar me sacaneando. Entrei para tomar banho e pendurado no boxe estava sua calcinha. Não teve jeito, era uma calcinha vermelha de lingerie, bem pequena. Peguei, sentei no vaso, cheirava, e estava com cheiro de fêmea, esfregava no pau, tocava punheta com ela, até que gozei. E o pior, só foi eu gozar, que Luciana bate na porta de pede:
Léo, me dá a minha calcinha que deixei aí..
Porra, a calcinha estava toda gozada. O que fazer? Dei uma lavada rápida, entre abri a porta, e entreguei a peça intima.
ué Léo, você lavou pra mim?? perguntou a sacaca.
Fiquei mudo. Não tinha o que falar.
Vê lá o que você fez com ela heim Léo. Menino tarado. E sai rindo.
Nesse dia almocei e mais uma vez segui para o meu quarto. Tentava me concentrar, quando Luciana entra sem bater na porta. Disse que precisava arrumar o quarto e assim começou. Estava vestida numa mini-saia jeans e ao subir na cadeira para limpar armários e janeilas, a polpa de sua bunda ficava toda a mostra.
E assim foram passando os dias. O que me chamava atenção era que aos sábados, dia que meus pais estavam em casa, ela se vestia completamente diferente. Bermuda comprida, vestido grande. Eu tinha certeza que aquela potranca gostava de me sacanear. De vez por outra puxava assunto comigo. Falava umas sacanagens, perguntava se eu já namorava. Dizia que estava cansada porque o marido dela a comeu a noite toda. Que gostava de homem macho. Que gostava de dar de quatro. E muito mais coisas. Era uma verdadeira seção de tortura.
Até que chegou o dia que eu esperava tanto. Cheguei da escola, tomei banho, almocei. Luciana estava, como sempre, vestida sensualmente. Shortinho de malha e um top que deixava mostra sua marquinha de bronzeada. Fui para meu quarto estudar. Já estava lá há algum tempo, quando ouvi Luciana me chamando, na verdade, me gritando, do seu quarto, o quarto de empregada. Bati na porta e ela mandou eu entrar. A mulata, que estava deitada na cama, coberta com um lençol, me perguntou:
se eu pedir pra você fazer uma coisa, jura que não conta pra ninguem?
Juro. Respondi.
Léo. È coisa séria. Não vai comentar com seus pais? Nem com nenhum amigo/ nem com seus primos?? jura?
Juro Luciana. È o que?
Olha, você já é homem, e homem tem palavra heim....advertiu.
Eu sei. Meu pai sempre me ensina isso. Respondi seriamente.
Luciana se descobriu, estava vestida numa minúscula calcinha branca. De resto, totalmente nua. Com seus seios lindos a mostra.
vem cá amorzinho. Mete a boquinha aqui. A Tia vai te ensinar a chupar uma buceta.
Eu não tinha ação. Luciana, puxou a calcinha para o lado e insistiu:
vem. É que meu marido chegou bêbado essa noite, comeu, gozou, caiu pro lado e dormiu. Aí fiquei na mão. Tô com um tesão da porra. Como sei que vive tocando punheta para mim.
Não esperei mais, deitei na cama e caí de boca naquela buceta toda raspadinha.
calmo amorzinho. Mais devagar. Olha aqui o meu grelo. Disse, abrindo os lábios e mostrando o clítoris.
Vai passando a lingua aqui.
Assim eu fiz. Ela segurava minha cabeça e controlava o ritmo. Depois pediu que eu enfiasse um dedo, depois dois, depois três dedos. E assim fiquei, um vai e vem com os dedos e a lingua explorando o grelo da fêmea. Não sei quanto tempo depois, Luciana gozava alucinada. Ficou ofegante. Respirou fundo, se levantou, tirou minha roupa, beijou minha boca, beijou meu peito e mandou eu deitar.
agora a tia vai fazer uma coisa que você nunca mais vai esquecer na sua vida. Abocanhou meu pau que já estava duro e senti aquela boca maravilhosa. Pena que não consegui resistir muito. Algumas chupadas, lambidas no saco, lingua passeando pelo pau, gozei naquela boca deliciosa.
Aí Léo. Gozou amor. Tem que aprender a se controlar mais. Falou Luciana rindo.
Mas como é sua primeira vez, te perdoo.
Nesse dia mal dormi. Ficava imaginando, lembrando de Luciana nua, se contorcendo de prazer. Parece que seu cheiro estava na minha pele, na minha mãos. Não teve jeito, me masturbei umas duas vezes.
No dia seguinte, e fui recepcionado por Luciana nua na cozinha, vestida apenas com um avental:
vem meu machinho, ontem nem comeu a tia. Hoje você come.
Em seguida me abraçou, me beijou, foi tirando minha roupa. Se ajoelhou na minha frente e mamou gostoso. Quando já sentia meu pau como uma barra de ferro, ela se ajoelhou numa cadeira da cozinha, ficou de quatro, empinou bem a bunda e mandou:
vem, mete fundo na minha buceta.
Encostei o pau na entrada daquela gruta, Luciana segurou ele, pincelou no seu grelo, e fez pressão para entrar. Era a primeira vez que sentia o interior de uma buceta. Me sentia um garanhão cobrindo a sua fêmea. Segurava nas ancas daquela mulata, sua bunda enorme empinada, com a marquinha do biquini se destacando. Rebolava, sambava no meu pau. Como tinha tocado muita punheta estava mais resistente. Ela me deitou no chão e sentou em cima de mim. Mais uma sessão alucinada de rebolados. Gemidos, gritinhos. Enfim gozei. Inundei aquela buceta com meu leite.
Depois desse dia, comia Luciana quase todos os dias. E por mais dois anos foi assim. Até que a minha primeira mulher, a que eu nunca vou esquecer, saiu do emprego.
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05/05/2010 | 18301 visitas
LQACofyhVaAEfVrY postou em 12/10/2011
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