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Vizinhos safados

Há alguns meses, mudou-se para meu condomínio, um casal (Vânia e Cezar) jovem, muito alegre e brincalhão. Fizemos amizade imediatamente. Eu e moro sozinho desde que minha ex-esposa me abandonou, quando descobriu que eu passava as madrugadas na cama da nossa empregada. Depois disso a empregada também foi embora e eu fiquei meio ?a seco? sem esposa e sem empregada. Era bom ter novos amigos. Às vezes eles vinham em casa e nós dançávamos, alternando quem dançava com a Vânia. Eu gostava de abraçar a Vânia. Embora ela não fosse aquele exemplo de beleza, era bem gostosinha. Eu de vez em quando começava a ter fantasias com ela e aí o pinto endurecia e ficava encostando nela. Ela nunca esboçou nenhuma reação. Era mais do que evidente que ela percebia meu pau roçando seu umbigo. Uma noite, eu estava meio ?alto? e resolvi puxar ela mais forte para ver no que ia dar. Não deu em nada. Ela, como sempre, não reagiu. Fiquei meio frustrado pelo fato dela não ter se entusiasmado, mas também fiquei excitado por ela não ter me rejeitado. Haveria outras noites e eu teria novas chances.



Num sábado, Vânia foi às compras. Fiquei com meu novo amigo, comendo um churrasco e tomando umas cervejas na beira da piscina. Lá pelas tantas ele perguntou se eu não gostava de usar a sauna que tinha na edícula anexa à churrasqueira. Eu realmente nunca gostei muito daquilo. Sempre achei meio sufocante. Mas ele disse que adorava sauna e então eu fui até lá, coloquei ela para funcionar e voltei para mais um gole de cerveja. Enquanto a sauna se enchia de vapor, nós fomos tirar as roupas e vestir um roupão. Enquanto nos trocávamos, ele ficou olhando um tempão para o meu pau, e depois fez o seguinte comentário:

-você foi privilegiado ao nascer, cara! Sua ex-mulher tirou a sorte grande, e mesmo assim te largou? Pode crer que ela volta!

Como nós estávamos meio bêbados, eu não dei importância. Apenas sorri e não respondi. Entramos na sauna, e ele continuou no assunto.

-as mulheres dão muito em cima de você quando percebem o tamanho disso aí?

Então eu respondi, meio a contragosto:

-nada disso cara, acho que elas nem percebem!

Ele me olhou de lado e disse quase sussurrando:

-eu sei de uma, que já percebeu........

Eu entendi a indireta, e senti um calor no meu pau, fazendo com que ele começasse a endurecer imediatamente. Dei uma ajeitada no roupão para o pau não ficar aparecendo. Ele notou e riu dizendo:

-o bicho reagiu né cara? Vamos! Saber que alguém nos acha interessante, sempre faz a gente reagir. Deixa eu ver como ficou!

Ele estava sentado bem próximo de mim, portanto, foi simplesmente estendendo a mão lentamente enquanto sorria e me olhava. Pegou no meu roupão com as pontas dos dedos e foi abrindo lentamente sem parar de rir. Eu segurei as mãos dele e disse:

-para com isso! Eu não curto essas coisas!

Ele conseguiu soltar as mãos e abriu meu roupão de uma só vez. Meu pau saltou para fora completamente duro. Ele ficou olhando, continuava rindo e então falou:

-UAU! cara, que é isso que você está escondendo aí? Minha nossa!

Nesse ponto ele passou a mão aberta, bem devagar na pele do meu pau. E eu percebi que sua respiração estava alterada. Como nós estávamos meio bêbados, eu resolvi deixar rolar um pouco para ver onde aquilo ia dar. Ele parou de rir, e seu rosto foi adquirindo uma expressão tensa enquanto a respiração continuava acelerada ele continuava passando a mão e lentamente no meu pau. Aí ele segurou realmente com vontade, e foi soltando seu roupão, ficando nu na minha frente. Nesse ponto ele começou a bater uma punheta forte em mim, e a respirar muito forte. Quando ele viu pelo meu tesão e minha expressão, que eu estava para gozar, enfiou bem a metade meu pau na boca, de forma que eu senti a cabeça tocar sua garganta. Gozei. Gozei muito, enquanto ele, emitia todo tipo de sons e gemidos possíveis de se fazer com um caralho afundado na boca. Ele engoliu tudo. Tudo. Ficou apertando meu pau e lambendo a cabeça e engolindo até não sair mais nada. Logo em seguida eu o empurrei meio forte e ele acabou caindo sentado no chão, mas não soltou meu pau. Ficou segurando, me olhando e se punhetando. Foi então que eu percebi que ele tinha um pinto tão pequeno que cabia na palma da própria mão. Ele se punhetou até gozar, sempre segurando meu pau. Aí se levantou, sorriu e me disse:

-Uau cara, valeu! Puxa se valeu, Uhh!! Agora preciso tomar uma ducha. Estou todo melado e suado. Uhhh!!

Saiu da sauna e eu fiquei lá sentado, meio puto comigo mesmo por ter deixado aquilo acontecer. Um cara me chupando dentro da minha sauna. Que merda!



Depois daquilo procurei manter uma certa distancia deles. Mas quando lembrava dele grunhindo como um desesperado com a cabeça do meu pau afundada na sua garganta, confesso que sentia tesão. Comecei a pensar que da próxima oportunidade que tivesse, eu ia comer a esposa dele. Aí voltei a recebê-los em casa. Mas já não era como antes. Eu não parava de pensar em comer a Vânia, e também não conseguia esquecer dele dizendo que sabia de uma mulher que já tinha percebido o tamanho do meu pau. Isso significava duas coisas: primeiro, ela sentiu tesão quando dançamos juntinhos. Segundo: ela falou para ele e ele aceitou numa boa. Fiquei algum tempo aguardando. Numa tarde de domingo resolvi que não dava mais para ficar quieto. Bati na porta deles. Falei que estava me sentindo meio sozinho e eles prontamente me fizeram entrar. Dava para sentir a tensão no ambiente quando eu entrei. Nós ficamos parados nos olhando calados, sem saber o que dizer. Era obvio que ele tinha contado a ela o ocorrido na sauna. Eu disse que talvez fosse melhor eu voltar noutra hora, mas ambos reagiram rápido, e disseram quase ao mesmo tempo:

-tá tudo OK! Você não vai sair não! Que é isso? Vamos tomar alguma coisa!

-querida põe uma musica. Precisamos animar o ambiente. Eu vou pegar alguma coisa para a gente comer.

Ao dizer isso, ele se encaminhou à cozinha. Ela pegou dois uísques com gelo para nós e colocou uma musica dançante para tocar. Começou a dançar sozinha na minha frente, sempre me olhando e sorrindo. O convite era o mais claro possível. O marido havia sumido.



Eu fiquei parado segurando meu uísque, enquanto ela dançava. Ela veio dançando até se encostar em mim. Eu bebi meu uísque de um gole só e passei os braços em torno da cintura dela, puxando-a para mim. Ela ficou rebolando no ritmo da musica e foi passando os braços no meu pescoço. Nos beijamos. Foi um beijo muito molhado e muito longo. Quando nos separamos ela me puxou pela mão em direção ao quarto. Entramos e ela me empurrou forte, me derrubando sobre a cama. A musica ainda tocava na sala, então ela começou a tirar a roupa enquanto dançava. O quarto estava iluminado apenas por um abajur de luz fraca. Ela foi tirando a roupa bem devagar, e quando terminou jogou a calcinha no meu rosto. Eu peguei a calcinha e guardei no bolso. Ela montou sobre mim, abriu minha calça enquanto me beijava, e depois começou a tentar encaixar meu pau na sua buceta. Nesse momento o marido entrou no quarto. Eu já esperava por isso, mas mesmo assim fiquei meio tenso. Mas ele sentou-se na borda da cama, passou a mão de leve na minha coxa, e agarrou meu pau e encaixou na buceta dela. Ela sentou sobre meu pau bem vagarosamente. Ele ficou segurando meu pau e guiando para dentro dela. O rosto dele ficou a poucos centímetros do meu pau. Ele parecia gostar realmente daquilo. Depois de tudo dentro, ela começou a cavalgar. Toda vez que ela subia o corpo, ele apertava muito a base do meu pau, fazendo ele ficar mais duro e mais grosso. Ela começou a gritar toda vez que sentava. O marido acompanhava com pequenos gemidos de incentivo. De repente ala me cravou as unhas no peito e gritou forte, enquanto se mantinha sentada totalmente no meu pau, dando pequenos trancos nele. Havia gozado. Comecei a gritar também. Como eu estava sem sexo, já ha alguns dias, a quantidade de porra que eu ejaculei foi enorme.



Ela ficou quieta por uns dois minutos deitada sobre mim, apenas suspirando e gemendo bem baixinho. Depois se deitou do meu lado. O marido também deitou, mas não ficou quieto. Enquanto eu me recuperava, eu o vi se encaixar entre as pernas dela e começar a chupar sua buceta. Ele realmente estava chupando, e engolindo tudo que conseguia. Era minha porra que ele queria. Fiquei olhando aquela cena e logo meu pau ficou duro novamente. Procurei ir me chegando, e comecei a beijar ela que já estava bem excitada também. Aí ela me soltou e puxou o marido para cima e começou a beijar a boca dele. Foi puxando uma das pernas dele, de forma a deixar sua bunda bem exposta. Eu entendi a sugestão, e após passar bastante saliva no pau, encaixei ele no cu do cara. A cabeça entrou suave, mas quando eu empurrei o restante ele gemeu alto. Ela o manteve bem seguro e eu continuei. O resto foi. Aquele cu já tinha sido comido antes, com certeza. Ela também já tinha experiência naquilo, e conhecia bem como ajeitar o marido para mim. Como eu tinha acabado de gozar, fiquei fodendo o cu do cara pelo menos uns vinte minutos. Se fosse um cu virgem, teria ficado todo esfolado. A Vânia ficou punhetando ele o tempo todo. Ele gozou antes de mim. Duas vezes. mas no fim eu acabei gozando. Desta vez bem menos. Mas mesmo assim foi bom. Quando eu acordei já era noite. Estava sozinho na cama. O Cezar estava no chuveiro e a Vânia na cozinha. Quando ela me viu, sorriu e disse:

-vou preparar uma coisa gostosa para você comer!

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27/04/2010 | 17460 visitas

 
 

Comentários

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    Stands back the keyobard in amazement! Thanks!

  • bily postou em 10/05/2010

    Adorei o conto, parabens ! quem tiver a mesma fantasia é so mim convidar, abçs.



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